sexta-feira, 29 de maio de 2009

QUE PAÍS...

É o sexto livro de António Cagica Rapaz e encontra-se à venda desde ontem (Editora FONTE DA PALAVRA).

O autor decidiu surripiar 276 bilhetes-postais entregues pelo CARTEIRO, durante o ano de 2008, para os converter em saboroso e bem humorado livro, recheado de umas quantas farpas que soube cravar, exactamente, "en su sítio".

Suspeita-se que alguns, de entre os destinatários de tais bilhetes, possam, eventualmente, achar-lhes pouca graça, o mesmo não sucedendo com todos os demais.

Deixo aqui os meus agradecimentos ao Dr. Cagica Rapaz a quem fico a dever deliciosos momentos de leitura.

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9 comentários:

Maria disse...

:)))
Obrigada pela dica.

Beijinho, Ana

Cris Caetano disse...

Deve ser ótimo... Será que se lembram de enviar as livrarias daqui??? Ai, duvido... :(

Beijinhos

Ana disse...

Maria,
Quando as dicas valem a pena, dão-se com gosto...

Beijinho

Ana disse...

Cris,
Apenas posso dizer que todos os males ali denunciados (com uma ironia muito ao meu gosto), não são exclusivos do nosso país.
Eu diria que se encontram generalizados um pouco por todo o lado.
Mas cada qual sabe onde o sapato lhe aperta...


Beijinho

Ze_Cuscopos disse...

Cara vizinha Ana,

Cada texto inserido na obra é uma pequena maravilha.

Digo-o eu que, apesar de andar sempre aos caídos, entre um copo e outro tive a oportunidade de a ler e desafio qualquer um a fazer o mesmo para ver se não vos acontece o que me sucedeu: mal dei por mim, já a tinha toda lida!

Vale a pena! Está formidável e penso que, para quem ler este livro, haverá imediata comunhão entre as opiniões, fantasticamente trabalhadas em palavras com duplos e às vezes triplos sentidos, do autor e do(a) leitor(a).

A não perder!!!

Ah, e o gesto foi, igualmente, muito bonito, digo-lhe eu que ainda sou da velha guarda e muito prezo estas coisas da amizade entre as pessoas, cada vez mais arredia nos dias de hoje.

Um grande à Sua!!!

Hic Hic Hurra

carteiro disse...

Cara Ana,

Como o Cagica é um Rapaz acanhado, tem de ser o Carteiro a entregar a carta, missão que aceito de bom grado e que me leva a agradecer tanta gentileza posta num bonito reclame à obra que constitui um grito de alguma (pouca) estranheza face às misérias deste país.
Delicado é este gesto da Ana, logo secundado por alguns amigos que praticam o que o Cagica tenta cultivar, a partilha, o prazer de pôr em comum ideias, sentimentos, um copo de vinho com o Zé, um grão de areia no sapato, gestos simples que nos identificam e ligam.
No próximo dia 27, na Biblioteca de Sesimbra, talvez o Cagica me devolva os sobrescritos que me surripiou, já que os textos, esses, voaram, andam por aí, "livros" como pássaros.
Será que estareis lá connosco? Seria bom.

Um beijinho,

Cagicarteiro

Ana disse...

Zé,
É mesmo assim.
Com muito agrado verifico que uma ou outra bezana não conseguiram evitar que apreciasse devidamente o livro.

Tal e qual: sem dar por isso chega-se à última página, mas não à palavra FIM...

E é um gosto ver as gerações mais novas atentas a algumas coisitas a que já quase ninguém dá valor...

Beijinho e...à sua!

Ana disse...

Carteiro,
Bonito gesto esse de desculpar quem lhe "palmou" os originais para os publicar à sua revelia!

Veremos se me será possível estar em Sesimbra nessa altura.
Se for o caso, não irei faltar.

Beijinho

Marta disse...

Anotei! só me falta mais tempo para ler. mas vai para a pilha!

bjo